acordo com o frescor no rosto,uma brisa suave invade cortante o mormaço.
vinda do andar de cima, a persigo apoiada num corrimão coberto de limo,
os sons agonizantes diluindo-se,
o calor sendo esquecido
e todo o peso opressivo do corpo evapora a cada degrau que cuidadosamente subo.
da brisa fez se um vento
gélido e furioso
que embaraça cabelos em cílios
tão frio que penetra por dentro dos meus ossos
neste silêncio profundo me pergunto se não estou, na verdade, surda
Não.
estou sozinha
escuto estalos secos quase um brinde
é o tempo corroendo os espelhos

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