quinta-feira, 19 de junho de 2008

meu deserto

pela fresta da porta vejo o horizonte
reto preciso certo exato
e lá um cisco pequenino

minhas promessas de felicidade

entre nós estendessem tantos quilometros ainda nem percorridos

um oásis nesta aridez interna?
miragens diante de areial tão seco?
minha única esperança de vida neste caminho morto?

estou nas noites de insônia
onde as horas congelam no frio repentino de desertos do mundo todo
neste vento de lamúrias tristes
anunciando as incertezas de promessas
imprecisas duvidosas
como este caminho que se desvia a cada instante

4 comentários:

Fabrica das fábulas disse...

Eu peço licença para entrar em seu universo e peço desculpas por não sair, pois ele agora também é meu...
Conheça-me, será bem vinda!
www.gracejos.blogspot.com
um beijo
aquela que prefere o invisível...

Andre Siggia disse...

ola eliza. somos da banda Rockted e gostamos muito do seu trabalho casa de vó. voce poderia entrar em contato com a gente? precisamos falar com voce com urgência. contato@rockted.com.br. abraço!

Neza Cesar disse...

Amei Amei Amei sua arte.. seus desenhos, sua pintura, sua poesia!!!!Como posso me conectar com vc??
meu email é nezacesar@nezacesar.com.br
Gostaria de falar com vc sobre Csa Cor.
bjs bjs Neza

Neza Cesar disse...
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